Após o término da Segunda Guerra Mundial, esta carta foi encontrada num campo de concentração nazista, contendo a seguinte mensagem dirigida aos professores:
“Prezado Professor, sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver. Câmaras de gás construídas por engenheiros formados. Crianças envenenadas por médicos diplomados. Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas. Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados de colégios e universidades. Assim, tenho minhas suspeitas sobre a Educação.
Meu pedido é: ajude seus alunos a tornarem-se humanos. Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou psicopatas hábeis. Ler, escrever e saber aritmética, só serão importantes se fizerem nossas crianças mais humanas.”

No texto acima podemos identificar a urgência de uma nova abordagem na educação, onde o aluno tenha a oportunidade de um desenvolvimento pleno, não só técnico, mas também psicológico.
Krishnamurti nos oferece a oportunidade de questionarmos a situação atual e descobrir uma maneira inteligente para lidar com os alunos e com nossas próprias limitações. Certamente por ser uma nova abordagem, enfrentaremos desafios desconhecidos no caminho, mas como demonstramos capacidades extraordinárias em lidar com a transformação material em nosso planeta, temos condições de transformar a educação em um ambiente de harmonia, para que nossos filhos e o futuro de nossa espécie não continuem sofrendo por nossos erros, e talvez o amor ao próximo possa se transformar em um comportamento natural e não ser apenas um ideal distante da realidade.

Abaixo, apresentamos o material disponível até o momento, para pesquisa e análise dos interessados.