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Krishnamurti (Jiddu) (1895-1986), iluminado indiano, conhecido nos cinco continentes, teria atingido a santidade, a sabedoria, em 1925 e, posteriormente, novas ampliações da consciência. A sua vida, constante das várias biografias, se encontra resumida na Introdução, que também reproduz amplo documentário sobre o seu relacionamento com os Senhores Cristo e Buda.

Teriam estes se servido dele como instrumento para uma Mensagem aos homens neste “fim de tempos”. Cerca de dez perguntas lhe foram feitas por ocasião de conferências em auditórios, se era ele o Cristo de volta, o Messias esperado, e ele, com palavras adequadas, respondeu em sentido afirmativo.

Do elevado número de seus livros e panfletos, incluindo os não publicados em português, foram escolhidos textos representativos (os melhores encontrados) sobre cada um dos temas por ele tratados, os quais foram distribuídos em capítulos que seguem uma ordem progressiva, de forma que os posteriores dependem do conhecimento dos anteriores.

O conjunto de seus ensinamentos expressa a base de uma nova espiritualidade destinada ao presente-futuro, acima das religiões. Em “A Arte da Libertação”, diz ele que sua Mensagem é para todos, sem levar em conta a posição social, o temperamento, etc. (p. 35)

Vive-se numa época de unidade do mundo. A cultura oriental veio para o ocidente e vice-versa. A ONU constitui o embrião de um governo mundial. No campo religioso, surgiram o Ecumenismo e a Teosofia (eclética). A Mensagem de Krishnamurti, também universal, é abrangente, com ênfase na urgente mutação do homem.

Todo livro apresenta uma exposição do respectivo assunto (miolo), e, espaçadamente, aspectos conclusivos (sínteses). Este volume, porém, se compõe quase exclusivamente desses últimos, constituindo assim um compacto, daí a distribuição da matéria em capítulos pequenos, que facilitam a leitura.

As obras de Krishnamurti começaram a ser editadas no Brasil a partir da década de 1920. Cerca de 75% estão esgotadas em português, e os textos de enriquecimento das não traduzidas para o vernáculo (30 aproximadamente) foram aqui incorporados. A presente Antologia proporciona, assim, uma visão de conjunto do pensamento do autor em referência.

Na Introdução, com 34 páginas, procurou-se dar uma idéia da magnitude e do esplendor de Krishnamurti e do trabalho que realizou em todo o planeta. O Índice do livro, com 136 capítulos, e a Bibliografia, com suas 160 obras, evidenciam a importância desta Seleta. Equivale a ler, por amostragem, toda a matéria enunciada.

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