Antes de agir, precisamos saber pensar. Não há ação sem pensamento. A maioria de nós, porém, age sem pensar, e o agir sem pensar nos trouxe a esta confusão. Por conseguinte, precisamos descobrir como pensar antes de saber como agir. Vós e eu precisamos encontrar a maneira correta de pensar. Se nos limitamos a citar o Bhagavad Gita, a Bíblia ou o Alcorão, isso não tem significação; citar o que outra pessoa disse não tem valor algum. (A Arte da Libertação, pág. 13)

Para compreendermos a confusão e as misérias que nos atribulam, e compreendermos, assim, o mundo, cumpre acharmos, em primeiro lugar, dentro de nós mesmos, a clareza que se origina do correto pensar. (…) O correto pensar não é produto do simples cultivo do intelecto, tampouco é submissão a padrões, por mais dignos e nobres que se afigurem. O correto pensar nasce com o autoconhecimento. (…) (O Egoísmo e o Problema da Paz, pág. 7)

(…) Só quando vós e eu descobrirmos a maneira de pensar corretamente, estaremos aptos a resolver os formidáveis problemas que nos desafiam. Se esperarmos que outros façam esse trabalho para nós, esses outros se tornarão nossos chefes e nos levarão, como sempre, ao desastre. (A Arte da Libertação, pág. 13)

Ora, como começar a pensar corretamente? Para pensar corretamente, precisais conhecer-vos a vós mesmos (…) Se não vos conheceis, não tendes base para pensar corretamente e, portanto, o que pensardes não terá valor (…) (Idem, pág. 13)

Assim, só nas relações podemos descobrir o que é pensar. Isto é, (…) descobrir como pensamos, momento a momento, quais são as nossas reações, e proceder assim, passo a passo, ao desenvolvimento do pensar correto. Isso não é uma coisa abstrata ou difícil, i.e, o observar com exatidão o que está ocorrendo em nossas relações, quais são as nossas reações, e assim descobrir a verdade contida em cada pensamento, em cada sentimento. (…) (Nosso Único Problema, pág. 18)

Só é possível aprender, no verdadeiro sentido da palavra, nesse estado de atenção em que não há compulsão exterior nem interior. O reto pensar só pode ocorrer quando a mente não está escravizada pela tradição ou pela memória. É a atenção que permite que o silêncio sobrevenha à mente, o que representa a abertura da porta para a criação. Eis por que a atenção é da mais alta importância. (O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 17)

Devemos tornar-nos cônscios desse complexo problema da dualidade mediante contínua vigilância, não para corrigir, mas para compreender; porque, se não souberdes cultivar o correto pensar, origem do esforço verdadeiro, estaremos sempre a desenvolver opostos com seus conflitos infindáveis. (Autoconhecimento, Correto Pensar, Felicidade, pág. 36)

Só o pensar correto pode fazer-nos compreender e transcender o composto causa-efeito e o processo dualista. Quando integrados o pensador e o pensamento, pela meditação correta, existe o êxtase do Real. (O Egoísmo e o Problema da Paz, 1ª ed., pág. 25)

O pensar correto é um processo contínuo, nascido do descobrimento de nós mesmos, da percepção de nós próprios. Não há começo nem fim nesse processo e, assim, o correto pensar é eterno. O pensar correto transcende o tempo; não o limita o passado, (…) a memória, nem tampouco as fórmulas. Nasce da libertação do temor e da esperança. Sem a qualidade vivente do conhecimento de nós mesmos, não é possível pensar com exatidão. Constituindo um constante processo de auto-revelação, o correto pensar torna-se criador. (Autoconhecimento, Correto Pensar, Felicidade, pág. 49-50)

O pensamento correto é o pensamento condicionado; é um resultado, um artifício, um composto; geram-no os padrões, a memória, o hábito, a prática. É limitador, cumulativo, tradicional. Forma-se mediante o temor e a esperança, a cupidez e o desejo de vir-a-ser, a autoridade e a limitação. (…) O pensar e o sentir verdadeiros situam-se acima e além dos opostos, ao passo que o pensamento correto ou condicionado é por eles oprimido. (Idem, pág. 50)

O pensar justo vem no fluir constante da autovigilância, vigilância tanto das ações mundanas como das atividades meditativas. A potência de criar e o êxtase que a acompanha surgem na liberdade, no estar livre do anseio. E isso é virtude. (O Egoísmo e o Problema da Paz, pág. 53)

Provém o pensar exato do conflito dos opostos, ou surge quando a causa dos opostos – o desejo – é compreendida mediante um pensar e sentir completo? Só podemos libertar-nos dos opostos se o pensamento-sentimento for capaz de observar sem aceitar, sem recusar ou comparar suas ações e reações. Dessa percepção surge um novo sentimento, uma nova compreensão livre dos opostos. Preso à dualidade, o pensamento-sentimento não pode compreender o infinito (Autoconhecimento, Correto Pensar, Felicidade, pág. 36-37)

(…) O homem que deseja compreender a verdade deve aplicar-lhe toda a sua atenção, e essa atenção integral só vem quando não há escolha e, portanto, nenhuma idéia de distração. Não há essa coisa chamada distração, porque a vida é um movimento, e temos de compreender esse movimento na sua totalidade, sem o dividir em interesses e distrações. (…) Ao perceberdes a verdade disso, ela libertará a vossa consciência do passado. (A Arte da Libertação, pág. 120)

Como suscitar o estado de atenção? Ele não pode ser cultivado por meio de persuasão, de comparação, de recompensas ou castigos (…) A eliminação do medo é o começo da atenção. O medo tem de existir enquanto houver impulso para ser ou vir-a-ser, que é o móvel do sucesso, com todas as suas decepções e tortuosas contradições. Você pode ensinar a concentração, mas a atenção não pode ser ensinada (…) Assim, a atenção surge espontaneamente, tem a consciência da ação desinteressada que vem com o amor. (…)(O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 18)

Atenção não é concentração; nela não há distração; na atenção, não há conflito, não há busca de um fim; o intelecto, portanto, está atento, o que significa que não tem fronteiras; está tranqüilo. Atenção é o estado mental em que desapareceu todo o conhecimento, e só há investigação. (O Passo Decisivo, pág. 176)

Havendo atenção não há esforço. Compreendei esse fato tão simples. Uma vez compreendido, tudo o mais se esclarecerá. Onde há atenção, aí não há esforço. Só a falta de atenção produz esforço. Assim, quando estais totalmente atento à vossa vida – com aflições, conflitos, desejos, prazeres, lembranças, pensamentos, atividades – quando estais totalmente vigilante, podeis ver cada fato como fato, em vez de traduzi-los em prazer ou dor, de dar-lhe continuidade como prazer. (Viagem por um Mar Desconhecido, pág. 128)

No estado de atenção não há reação: a pessoa está simplesmente atenta. A mente explorou e compreendeu todos os seus próprios recessos, (…) os inconscientes motivos, exigências, preenchimentos, ânsias, pesares; por conseguinte, (…) há espaço, há vazio; (…) Achando-se vazia a mente, não está projetando, buscando, desejando, esperando. Compreendeu todas as suas reações e “respostas” (…) (Experimente um Novo Caminho, pág. 101)

(…) O que traz a liberdade é a atenção, que significa olhar o fato face-a-face, de dentro do vazio, e ver como as coisas são, sem nenhuma desfiguração. Nesse estado de atenção, apresenta-se uma “inocência” que é virtude, que é humildade. (O Homem e seus Desejos em Conflito, 1ª ed., pág. 28)

Ora, quando se verifica a atenção completa? Por certo, só quando há amor. Havendo amor, há atenção completa. Não há necessidade de nenhum “motivo”, nenhum objetivo, nenhuma compulsão: ama-se, simplesmente isso. (…) (O Homem Livre, pág. 89)

(…) A atenção plena e completa não é possível quando há condenação, justificação, ou identificação, quando a mente está obscurecida por conclusões, especulações, teorias. Ao compreendermos os empecilhos, só então encontramos a liberdade. A liberdade é uma abstração para o homem que se acha numa prisão; mas a vigilância passiva torna claros os empecilhos, e com a remoção desses empecilhos realiza-se a integração. (Reflexões sobre a Vida, pág. 61)

No cultivo da mente, nossa ênfase não deve estar na concentração, mas na atenção. A concentração é um processo de forçar a mente a focalizar-se num ponto, ao passo que a atenção não tem fronteiras. (…) (O Verdadeiro Objetivo da Vida, pág. 17)

Assim sendo, a atenção é de primordial importância. (…) A atenção, é um estado em que a mente está sempre aprendendo, sem um centro em torno do qual o conhecimento gravite como experiência acumulada. (…) (Idem, pág. 17)

Acho que é importante compreender que só há “ser” quando não existe mais o pensador, e que no “ser” pode haver radical transformação. (…) Só pode haver revolução radical quando o pensador chega a uma pausa, quando o pensador deixa de existir. Quando é que tendes momentos criadores, um sentimento de alegria, um sentimento de beleza? Certamente, apenas quando o pensador está ausente, quando o processo do pensamento se suspende por um segundo, por um minuto, por um período de tempo; então, nesse espaço, há alegria criadora. (…) (Da Insatisfação à Felicidade, pág. 65)

E existe um momento em que a morte deixa de causar medo e a vida já não seja uma batalha? E pode haver tal momento de parada do tempo e total suspensão do pensamento? Esse momento existe: é o amor. (…) (A Essência da Maturidade, pág. 96)

Para se descobrir alguma coisa totalmente diferente, não só é necessário compreender a origem do pensamento, o começo do pensamento, mas também descobrir se é possível o pensamento cessar, a fim de que se ponha em movimento um novo processo. Esta é uma questão importantíssima. (Encontro com o Eterno, pág. 75)

O problema, por conseguinte, é este: “Conhecendo-se a função da mente, tal como é, pode essa mente renovar-se?” (…) Pode essa mente inquieta, volúvel, essa mente que vagueia em todas as direções, que acumula, que rejeita (…) pode essa mente findar instantaneamente e tornar-se silenciosa? (Poder e Realização, pág. 84)

Esse instante criador produz revolução, que é um “estado de ser”. O pensamento cessa, não como resultado da transformação do pensamento, mas tão só pela compreensão dos movimentos do pensador. Quando o pensador está cônscio dos próprios movimentos, quando a mente está cônscia de si mesma em ação (…) vereis, então, que ocorre um período em que a mente fica absolutamente tranqüila, em que ela fica em estado de meditação, em que nada a distrai ou agita. Então, no momento em que o pensamento está em silêncio, surge o ser criador. (…) (Da Insatisfação à Felicidade, pág. 65-66)

Para fazer cessar o pensamento, cabe-me primeiro penetrar no mecanismo do pensar. (…) Impende-me examinar cada pensamento, não deixando escapar um só sem tê-lo compreendido totalmente (…) Se eu acompanhar cada pensamento até a raiz, (…) verei que ele se desfaz por si. Nada tenho de fazer, nesse sentido, pois o pensamento é memória. A memória é a marca deixada pela experiência. (Visão da Realidade, pág. 105)

(…) Entretanto, se perceberdes a verdade de que só com o findar do pensamento pode o problema ser resolvido, (…) descobrireis então o significado de todo o “o processo” do pensar. O pensar, com efeito, fortalece o “eu”. O “eu”, que é o fator de perturbações, o fator de malefícios e sofrimentos (…) O pensar é produto do “eu”, acumulando durante séculos; por conseguinte, o pensar não nos resolverá os problemas e, sim, pelo contrário, os multiplicará e causará mais sofrimentos. (Viver sem Temor, pág. 68-69)

Se percebemos a verdade desse asserto; se, pelo autoconhecimento, percebemos a verdade sobre como a mente funciona, tanto a mente consciente como a inconsciente – se estamos cônscios do “processo” total, então esse próprio percebimento acarretará a cessação do pensamento, e, portanto, a tranqüilidade da mente. (Idem, pág. 69)

O findar do pensamento, pois, é essencial; porque a mente precisa estar de todo tranqüila, sem nenhum movimento para trás ou para diante, porque o movimento supõe o tempo e, conseqüentemente, temor e desejo. Assim, quando a mente se acha de todo tranqüila (…) é possível vir à existência aquilo a que se não pode dar nome. (A Renovação da Mente, pág. 45)

Se eu vos dissesse que se pode fazer cessar o pensamento, perguntaríeis: “Como posso alcançar esse findar do pensamento?” (…) O importante é descobrir a natureza do centro, penetrá-lo e descobrir todo o processo do pensar, por vós mesmos (…); e nessa viagem não podeis levar nenhum companheiro. Nem esposa, nem marido, nem guru, nem livro algum pode ajudar-vos. Essa viagem deve ser empreendida completamente a sós (…) (O Homem Livre, pág. 96)

Já vos sucedeu alguma vez encontrar-vos naturalmente num estado de total ausência de pensamento? Nesse estado, estais cônscios de vós mesmo como pensador, observador, e experimentador? O pensamento é reação da memória, e o feixe de lembranças é o pensador. Quando não há pensamento, existe o “eu” (…)? Não nos referimos a uma pessoa em estado de amnésia, ou a sonhar acordada, ou a controlar o pensamento a fim de silenciá-lo, mas sim à mente que está totalmente desperta, atenta. Quando não há pensamento nem palavra, não está a mente numa dimensão de todo diferente? (A Outra Margem do Caminho, pág. 32)

(…) Só há percebimento do todo quando a mente está completamente tranqüila. Mas esse silêncio, essa serenidade não é provocada ou produzida por meio de disciplina ou controle. Vem a serenidade só quando cessam as distrações, isto é, quando a mente toma conhecimento de todas as distrações. (…) (A Arte da Libertação, pág. 46)

Assim, uma mente tranqüila é essencial para a percepção do todo; e só está tranqüila a mente quando compreende cada pensamento e cada sentimento que surge. (…) Resistir, levantar uma muralha de isolamento e viver nesse isolamento, isso não é tranqüilidade. A tranqüilidade que é cultivada, disciplinada, forçada,(…) é ilusória (…) (Idem, pág. 47)

Agora, para um homem que deseja encontrar a Realidade ou a compreensão que lhe revelará a Realidade, para esse homem o pensamento deve cessar – pensamento no sentido de totalidade do tempo. E como pode cessar o pensamento? – mas não por meio de nenhuma espécie de exercício, disciplina, controle, repressão (…)(O Homem Livre, pág. 149)

Vê-se, pois, que o pensador e o pensamento são um só todo; sem pensamento não há pensador. E quando não há pensador e só há pensamento, há então um estado de percebimento sem pensamento; o pensamento desaparece. (Viagem por um Mar Desconhecido, pág. 119)

O relevante, pois, é que a mente (…) comece a investigar a si mesma (…) Se bem compreenderdes isso, vereis que a mente se torna sobremodo tranqüila, não apenas a mente consciente, mas também a mente inconsciente (…) Mas só se verifica essa tranqüilidade total da mente quando há a tremenda energia do autoconhecimento. É o conhecimento que traz essa energia (…) (O Homem Livre, pág.151)

Conhecer o processo integral da mente – todas as suas inclinações, “motivos”, propósitos, seus talentos e suas exigências, seus temores, frustrações e sucessos – conhecer todas essas coisas significa estar tranqüilo e não permitir que elas atuem. Só então pode manifestar-se o que se acha além da mente. (…) Só a mente que compreende o processo total, pode receber as bênçãos do Real. (As Ilusões da Mente, pág. 116)

Parece-me assaz evidente que, para compreender um problema complexo, e principalmente um problema psicológico, seja necessária uma mente muito quieta, (…) tranqüila, mas não com uma tranqüilidade forçada; (…) (Nós somos o Problema, pág. 44)

O que impede essa tranqüilidade é, sem dúvida, o conflito. Quase todos vivemos cheios de agitação (…) E é essencial (…), para a perfeita compreensão de um problema, que se tenha uma mente silenciosa, sem preconceito, capaz de libertação, tranqüila e que permita ao problema revelar-se, desdobrar-se. E uma mente assim quieta (…) é impossível quando há conflito. (Nós somos o Problema, pág. 44)

(…) Mas, uma mente que está tranqüila, que não é posta tranqüila, que não é forçada ao silêncio; uma mente que está tranqüila porque tem verdadeiro interesse, porque divisou a verdade, porque a verdade veio a ela, é inteligente e se liberta do conflito. (O que te fará Feliz?, pág. 96)

O conflito se dissolve pela percepção de cada movimento do pensamento e do sentimento, e pela percepção da verdade relativa a tais movimentos. A verdade só é perceptível, ou só pode vir à existência, quando não existe condenação, justificação e comparação; só então está a mente tranqüila, só então se acaba a memória. (Idem, pág. 96-97)

Ora, pode-se compreender alguma coisa por meio de esforço? Para compreender, não há dúvida de que a mente tem de estar tranqüila, e ela não pode estar tranqüila se se acha num estado de esforço. (…) (Visão da Realidade, pág. 75)

Assim sendo, não pode a mente que busca alimento para sua satisfação, viver num estado atemporal de não-aquisição, de modo que não esteja mais lutando e se encontre, por essa razão, extraordinariamente tranqüila. Porque, nessa tranqüilidade, talvez possa surgir aquilo que é criador, que é atemporal. (Poder e Realização, pág. 29)

A simplicidade, portanto, só vem a existir no processo da compreensão de nosso complexo “eu”, (…) Quanto mais compreendo “o que é”, (…) tanto mais me liberto de conflitos e de sofrimentos. (…) E assim como é tranqüila a superfície de um lago, assim também fica a mente tranqüila depois de compreender todo o processo do esforço. E, na tranqüilidade da mente, manifesta-se o atemporal. (…) (Nós Somos o Problema, pág. 98)

Só quando ausente o “eu”, existe a possibilidade de a mente estar quieta, e, portanto, apta a compreender, apta a receber aquilo que é eterno. (…) Mas, para que o eterno seja, torna-se necessário, evidentemente, que as atividades, as fabricações, as projeções do “eu” cessem inteiramente. E o cessar dessa projeção é o começo da meditação (…) Porque a compreensão de si mesmo é o começo da meditação; e sem meditação não há possibilidade de compreender-se o “eu”. (…) (Nós Somos o Problema, pág. 60)

Em momentos de intensa criação, de grande beleza, há uma tranqüilidade absoluta; em tais momentos, verifica-se uma ausência completa do “ego” e de todos os seus conflitos; é essa negação – a forma suprema do pensar-sentir – que é essencial para alcançarmos o estado de potência criadora. (…) Depois de experimentar uma vez essa tranqüilidade viva, o pensamento-sentimento prende-se à sua lembrança, impedindo assim a continuidade da experiência da realidade. (…) (O Egoísmo e o Problema da Paz, pág. 88)

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