A poderosa bênção surgiu-nos plena e subitamente
9 de agosto Novamente, esta manhã, ao despertamos, sentimos que foi uma noite vazia; a palestra e as entrevistas do dia anterior foram demais para o corpo, que se encontrava exausto. Ao sentarmos na cama, estávamos tranqüilos; a natureza ainda dormia, nenhum ruído perturbava o silêncio do nublado amanhecer. SEM SABERMOS DONDE VINHA, A PODEROSA BÊNÇÃO SURGIU-NOS PLENA E SUBITAMENTE. O quarto transbordava da poderosa energia, que, ao partir, deixou atrás de si um sentimento de inefável transcendência. Ontem, vagando pelas colinas, prados e regatos, no meio de agradável quietude e beleza, sentimos aquela estranha, profunda e tocante inocência. Brandamente, sem nenhuma resistência, penetrava em cada canto e esconderijo da mente, livrando-a de todo pensamento e sentimento. Esvaziava-nos o ser, deixando-o completo. De repente, o tempo cessou. Todos perceberam aquele fenômeno.* O processo continua, porém mais brando e profundo * Presumivelmente, passeava com diversos amigos.
Livro: Diário de Krishnamurti páginas 38, 39
Tradução Alexandra Trifler Editora Cultrix
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Observar a nós mesmos
"Estou apenas sendo como um espelho da vossa vida, no qual podeis ver-vos como sois. Depois, podeis deitar fora o espelho; o espelho não é importante." (Krishnamurti)
O mero conhecimento intelectual dos ensinos de Krishnamurti, sem a prática persistente do autoconhecimento terá pouca validade. É imprescindível verificarmos por nós mesmos o que transcende a mente. Estudarmos as obras e palestras de Krishnamurti observando a nós mesmos e verificando a validade de seus ensinos, se falso ou verdadeiro, se tem alguma validade para nossa vida.
Boas reflexões
José
Prática constante do autoconhecimento
O mero conhecimento intelectual dos ensinos de Krishnamurti, sem a prática persistente do autoconhecimento terá pouca validade. É imprescindível verificarmos por nós mesmos o que transcende a mente.
Boas reflexões
José
Também podemos dizer que a
Também podemos dizer que a vida, uma grande vida, com todos os seus infinitos processos ...é quase tudo, e, o tempo, não só o psicológico, como também o fisiológico e o teconógico, quase nada,
não é, amigos, José e Krish?