Liberdade

Liberdade

Quem quer se libertar de Krishnamurti? A liberdade de alguma coisa não é a liberdade em si. Mas seja como for me senti livre quando me foi permitido por circunstâncias casuais ver aquele a quem eu julgava ter tocado a verdade ser pintado como uma pessoa cheia de defeitos.

Já passei por isso antes – a liberdade relativa – mas logo achei outra gaiola que se chama Krishnamurti. Esta parecia ser a gaiola definitiva, e talvez seja pois já tenho 30 anos e meu cérebro deve estar cada dia mais inflexível. Não é fácil que essa gaiola se desmanche sendo ela a mais bela que já vi. Tem a beleza da lógica e do santo. Mas a outra gaiola também tinha sua beleza quando estava dentro dela e agora olhando de fora perdeu todo seu encanto.

Quem sabe não é melhor sentir a escuridão plena da dúvida pura? Na gaiola a dúvida sempre será condicionada. Um poema dizia algo assim: duda de la duda y aún asi duda.

Se se escolhe – sim, a escolha – se submeter a outras idéias ou críticas à beleza de nossa gaiola, ela pode perder sua força. Um véu parecerá ter caído. Será? Não, não... São apenas movimentos de uma mente influenciável.

No endereço abaixo Krishnamurti é descrito como maledicente, mentiroso, sexual, adúltero. Infelizmente esta tudo em inglês.

http://www.strippingthegurus.com/stgsamplechapters/krishnamurti.asp

Opções de exibição de comentários

Escolha o modo de exibição que você preferir e clique em "Salvar configurações".

A mente é filha do tempo, que

  1. A mente é filha do tempo, que é palavra, pensamento... Que cria e alimenta o medo. Abrimos a porta, entramos profundamente nisto, e, em contacto com o medo e/ou com quem o personifica, e... todo o medo cessa e a enorme janela da liberdade, da alegria se abre.
  2. Compreender a essência profunda do medo, que é a ânsia por ser, alcançar outra(s) coisa(s), com as dependências de coisas, ideias e pessoas implicadas, não o esforço, a luta para nos tornarmos corajosos, que gera ainda mais medo... Compreender totalmente o medo, só o compreender é que liberta!!
  3. E, seguramente que o presente vem do passado,mas, nunca como repetição, imitação: o tempo eterno re-cria-se, re-nova-se a cada momento.E... nós somos UM com este glorioso Tempo!!

 Não interessa muito saber se

 Não interessa muito saber se K. era "pecador" - em nenhum dos escritos que tenho dele, ele se considera salvador ou autoridade. Verdadeiramente, ele mostra em muitos lados que, em liberdade, não há nem mestres nem seguidores. O que interessa são as descobertas incríveis de Krish.: possivelmente as únicas que podem mesmo fazer a revolução redentora do verdadeiro amor. Não reconhecer isto é que deve ser pecar.E, descansemos: há ainda muito para descobrirmos, para irmos mais além. Krishnamurti tendo sido enorme, não foi profeta: na Verdade não há lugar para a profecia: a Verdade muda a cada momento, e, estamos cá para o(a) descobrir, com K.!Desculpe Aldo, mas ainda fará sentido falar da gaiola Krishnamurti?

É muito mais fácil começarmos

É muito mais fácil começarmos praticando um exercício da observação baseado no movimento respiratório, que acontece involuariamente e regularmente do que aplicarmos diretamente sobre as ações e reações dos nossos psiquismos, que sempre têm as suas origens nos nossos inconscientes e escapam-nos a percepção.
 
O caminho mais fácil nem sempre é o mais útil e conveniente. Veja a incoerencia deste método: voce vai "treinar" sua observação em um fenomeno involuntário e regular, e depois vai aplicar está percepção treinada (????) em um fenomeno altamente complexo, totalmente diferente do objeto no qual voce treinou a sua percepção.
 
Francamente, voce pode treinar na respiração o resto da sua vida eque voce não vai avançar um passo se quer em direção ao autoconhecimento (a não ser que voce vai conhecer melhor o funcionamento do aparelho respiratório). Este treinamento e mera fuga da necessidade de olhar diretamente à complexidade da nossa psique e das nossas relações, mascarada pela suposta idéia de que está  se preparando para imergir no mar desconhecido. Não há caminhos para a verdade, a verdade é o proprio caminho. Livre-se das suas muletas filho, ou seja suficientemente realista para enxergá-las!
 
 

Veja abaixo!

Desculpe, respondi no local errado. 

http://www.enlightennext.org/magazine/j11/peat.asp?page=2

http://www.enlightennext.org/magazine/j11/peat.asp?page=2

  Liberdade, Tema muito

 
Liberdade,
Tema muito interessante, mas será que algum de nós realmente sabe o verdadeiro significado dessa palavra em nossa vida cotidiana? Ou é apenas uma ideia que povoa nossa mente?
Falamos isso e aquilo de krishnamurti, Buda, cristo, etc..., e a respeito de nós? Temos alguma coisa concreta para falar? Poderemos afirmar que temos lucidez para enxergar os fatos claramente, ou somente temos ideias e conceitos sobre os fatos?
O que estamos procurando? O avatar perfeito? O homem perfeito? Perfeição a partir de que? Do nosso limitado ponto de vista? Da nossa escuridão?
O que pretendemos com esse julgamento? Encontrar o mensageiro mais adequado ao nosso ponto de vista? Aquele que mais nos agrada? Estamos nós novamente em busca de satisfação, e não da verdade? Pois lembremo-nos, a verdade não é agradável nem desagradável.
O que realmente importa? A mensagem ou o mensageiro?
Eu vejo que o que realmente importa é se a mensagem que ele trouxe ajuda a me esclarecer a respeito de mim próprio ou não. Pois se eu não for uma luz para mim próprio, ninguém poderá iluminar meu caminho, e se a busca por um mestre perfeito continuar, eu não terei entendido nada do que krishnamurti veio falar.

Vamos la... Mmm... digamos

Vamos la...

Mmm... digamos que eu tenha obtido excelentes resultados apos ler K. ("apos" e nao "em funcao de", ele nao ditou regras!).
Entao eu gostaria que outras pessoas tambem pudessem se ajudar apos ler K.
Entao eu gostaria de defender K., e dizer isso e aquilo, e "eh mentira!!" bla bla bla.

Porque estamos todos aparentemente com medo?
Porque nao sabemos o que dizer?
Eu vi ali, 253 leituras e nenhum argumento.

Se eu realmente me investiguei como K. sugeriu, eu descobri como parar de me causar sofrimento, ponto. Eh só isso gente, sinceramente nao tem nada melhor que isso, mas é só isso mesmo, por enquanto pelomenos :).

Querer defender K. pra que?
Veja bem, eu já sei que nao posso ajudar ninguem, pois só a propria pessoa pode se ajudar.
Qualquer vontade minha de querer defender o ego, a honra de K., ou até de querer defender a minha propria honra verbalmente (fisicamente eu me defendo sim), é me causar sofrimento, é criancisse. Porque qualquer coisa que digam a meu respeito, em mim, nada mais é do que a minha propria reacao, se me sinto mal é porque eu estou me causando isso. Quando percebo que sou o responsavel pela minha desgraça e assumo a responsabilidade de parar com isso, aí sim há chance de que algo mude substancialmente na minha vida.

Por mais que eu fale, se as pessoas nao se encararem, nada vai acontecer na vida delas.
Entao eu abandono qualquer vontade minha, eu ja sei que esse intuito é um erro.
Isso nao me impede de fazer/construir coisas, melhorar de vida caso eu queira/consiga.
É uma vida sem derrotas e sem vitorias. Nao ha mais nada pra se conquistar pois nada mais se busca psicologicamente.

As descobertas interiores que fazemos sao tao significativas que nao há mais interesse em obter conquistas materiais, respeito, renome etc... A unica vontade que sobra é a de continuar se investigando.

Basta que voce de o primeiro passo, se encare, observe suas reacoes interiores e deixe rolar. Num dado momento (que pode levar tempo, muito tempo) voce sussega, sua mente seu corpo se acalma, voce se toca de que nao reagiu, e essa eh a dexa, seu cerebro se modificou. Mesmo que isso nao dure, esse é seu primeiro insight verdadeiro. E felizmente nao tem volta :).

Mais luz

Eu não quero sujar a imagem de Krishnamuriti e nem quero cuidar para que ela se mantenha limpa. Estou apenas compartilhando um pouco da minha confusão.
Eu "devo muito" aos ensinamentos de Krishnamurti pois através deles ao menos superficiamente me libertei de um pouco das minhas angústias e preconceitos. E mesmo essa pequena e superficial liberdade levou anos.
Mas sinto que não vejo as coisas diretamente, me sinto escravo das idéias dos outros.
Não estou contente com isso. Quero mais!
E não me venham com sermões krishnamurtianos!!! :-)

Peço-lhes licença para fazer o presente comentário.

Localizados na superfície, queremos fazer comentários sobre algo que atinge a profundidade do Ser.
 
Não podemos.
 
Se queres vivenciar algo que é a própria Essencia da vida, terás que se transformar na própria Essencia.
Não se trata de K, Sidarta, Lao-Tsé, Cristo e/ou outro Avatar.
Todos são nomes e fazem parte das nossas memórias: benditas memórias !
 
A Verdade é coisa viva, transformadora e criativa; só pode ser expressa em nosso paradígma, simbolicamente.
Cada um terá que vivenciá-la; não em nome de quem quer que seja, mesmo que seja de K.

Comentarios

Olá,bom dia,os artigos de Krisnamurt,continuam,ótimos.exelentes,bastante edificantes.
Obrigado.

Comentários sobre a vida de Krishnamurti

Há muitos anos atrás, eu já tivera conhecimento de coisas repelentes em relação à vida de Krishnamurti. Sei de informações de que o C. W. Leadbeater era homossexual e seduzira, não só o Krishnamurti, mas todos os jovens por ele escolhido para a preparação da encarnação do Maytrea. Li uma xerox de um artigo antigo, que ainda guardo comigo, de uma revista, - não me recordo se era da Planeta -, que falava uma série de coisas a respeito das atitudes pregressas de Leadbeater e relatava, em bons detalhes, as aparentes incoerências das atitudes de Krishnamurti antes do seu COMPLETO despertar. Esse é aquele período da travessia do Mar Vermelho à qual o Cristo faz referência no livro: Cristo, esse desconhecido e que eu já citara numa outra ocasião aqui neste fórum. No citado texto há, como exemplo, relatos de que o Krishnamurti teve que se isolar de todos e se confinar num abrigo totalmente escuro e sem ruídos, para que seus nervos não fossem abalados. Pois, qualquer barulho ou intensidade luminosa atacavam-lhe os nervos. O texto mostra que K viveu intensos períodos de dúvidas e confusões e que muitas vezes parecia um possesso, inclusive, às vezes, quando discursava ao público, mudava de voz e apresentava uma fisionomia de possuído, sendo algumas vezes, pelo mal e, outras vezes, pelo bem.

Amigos, eu quero deixar claro que a minha intenção, aqui, não é de advogar a favor ou contra Krishnamurti. Eu só estou pretendendo tentar esclarecer os fatos. Krishnamurti, tal como qualquer outro auto-iluminado não precisam de nossas defesas, uma vês que eles não são possuidores de uma personalidade e de um caráter individuais. Esses seres plenos são simples veículos de manifestação da Existência incondicional (do EU SOU). Repito: Buda, Cristo, Krishnamurti, Vimala Thakar, Echart Tolle e muitos outros seres despertos, inclusive, muitos desconhecidos, não precisam de nossas defesas. Eles não são a favor de partidarismos, pois os partidarismos são as bases férteis em que brotam os conflitos com suas brutais conseqüências. Numa outra ocasião, aqui neste fórum, eu comentara com Karina que o Osho (Rajneesh) era um falso auto-iluminado e que a leitura dos seus livros é uma coisa perigosa devido às “CASCAS DE BANANAS” que o autor inseria nos seus escritos. Mas, mesmo assim, não podemos negar que muitas coisas verdadeiras e boas são encontradas nos seus livros. Porém, eu desaconselho TOTALMENTE aqueles que ainda não estão totalmente guiados pela luz do discernimento acurado, que evitem lê-lo para não correrem o grande risco de bagunçarem suas vidas. Abaixo eu recapitulo os meus comentários sobre o Osho:

"Pergunto-lhe, Karina, se você nunca teve conhecimento da vida retrógrada do Osho (Rajneesh)? Pois já há uns 15 anos atrás, eu soube através de muitas fontes, que ele alcançava o nirvana fazendo uso do ácido liségico (LSD), praticava sexo desvirtuado com seus discípulos, foi fugitivo do FBI e da polícia federal, por conta, talvez, de tráfico de drogas e por contrair, de forma desonesta, fortunas descomunais, como coleções de carros e relógios. Ele tentou se esconder aqui no Brasil, mas logo após, morreu, se não me engano, por conta de uma AIDS. Um falecido amigo meu (Ribamar) aqui de Natal era um dos maiores estudiosos de estudos esotéricos e ele sempre me falava das “CASCAS DE BANANAS” que o Osho inseria nos seus escritos que, em sua grande maioria, eram cópias retiradas e modificadas de outros livros esotéricos. O Ribamar o chamava de o anti-cristo materializado. Sabemos que o anti-cristo é o eu-psicológico com seus agentes ocultos e que o Cristo é o EU SOU [a manifestação pura da existência]."

Conclusão: Na minha forma de ver, se somos verdadeiramente guiados pela luz do discernimento (Espírito Santo) podemos ler qualquer livro e filtrarmos, isto é, separarmos o “joio do trigo” sem medo de nos desviarmos do reto caminho [reta compreensão das coisas]. A pesar de, a mim mesmo, não me atribuir o direito e nem o poder de julgar pelas aparências sei que posso julgar pelas evidências. Tal como nos falou o Cristo: pelos seus frutos sabereis se a árvore é boa ou má. Muitas vezes, eu tenho falado que fulano ou beltrano são auto-iluminados, mas eu tenho plena consciência de que essa minha afirmação é, na verdade, uma afirmação cega. Tenho consciência de que essas afirmações são baseadas em conclusões que se firmam na profunda lucidez e coerências observadas nas leituras de certos livros. Sei também que só um desperto é capaz de afirmar sem erro, se um determinado fulano ou beltrano é também desperto. Como eu posso julgar, por exemplo, se um engenheiro de engenharia genética é bom ou não, se eu não entendo nada desse assunto. Só o posso fazer pela visão indireta dos resultados de seus trabalhos, não é verdade? Por esta razão, para mim, as obras de Krishnamurti continuam sendo ótimas. Não descarto a possibilidade de que, num futuro próximo ou distante, eu venha a enxergar sutilíssimas incoerências que me farão ler os seus livros com muito mais cuidado. As únicas coisas que eu pude observar, até hoje, é que existem algumas sutis diferenças entre ALGUMAS afirmações de Krishnamurti com relação às de Vimala Takar, de Echart Tolle e de Ernesto Bono. Ainda não sei se elas são contraditórias ou complementares.

Vinícius G A Guerra.

Vinicius eu li aquele site em

Vinicius eu li aquele site em inglês que o Aldo apontou ali em cima e fiquei um pouco confuso, estou lhe escrevendo porque você me parece ser sincero e uma pessoa esclarecida.
Tudo bem eu até posso considerar que o adultério de Rosalind tenha explicação visto que realmente a "traição" pode não ser uma traição, mas sim tem a ver com a forma como nós vemos o casamento ou a posse do outro, embora isso me continue a deixar dúvidas.
No entanto aquele texto dizia por exemplo que o K tinha falado com David Bohm e com outras pessoas sobre a importância do celibato, também fala que Bohm entrou em depressão com a desilusão de K, fala também de jovens discipulos de K terem procurado entrevistas privadas com ele e que quando saiam, saiam a chorar porque ele era muito rígido e derrubava a sua confiança... também se diz que ele era autoritário e queria que seus alunos aceitassem de qualquer maneira o seu ponto de vista... algumas afirmações suspeitas como "eu tenho a última palavra sobre tudo", ou: "Eu não acho que as pessoas se aperceberam da tremenda energia e inteligência que passou por este corpo .... Você não vai encontrar outro corpo como este, ou que operam inteligência suprema em um corpo de muitas centenas de anos. Você não vai vê-lo novamente". Ele também disse que antes do seu crematória queria que o forno fosse cuidadosamente limpo e veificado por um dos seus seguidores, isto não é supeito? Eu acho... e também tem outras coisas que tive dificuldade em traduzir mas percebi mais ou menos...
Eu quero acreditar em K... o meu maior medo é que ele fosse mesmo um grande mentiroso... no entanto não é isso que o meu íntimo me diz, há demasiada lógica em tudo o que ele diz, não é só porque quero acreditar, é porque faz sentido!
No entanto se ele simplesmente era um Homem que estava realmente à procura do seu Eu e mentiu por medo em algumas situações no entanto convicto das ideias principais então está perdoado... mas isto não me sai da cabeça.........

Krishnamurti não mentiu

     Pedro, Krishnamuirti falou tantas vezes por vários cantos do mundo. É natural encontrar em sua fala algumas contradições, algumas coisas que não se encaixam, mas que também não comprometem. Agora, cá entre nós, não se pode negar o perfume da verdade presente em seus ensinamentos. E quando ele era rude com alguém, não estava atacando a pessoa propriamente dita, mas a cegueira egóica de quem já o ouviu e ainda não teve ouvidos para escutar. É como se ele tentasse fazer a pessoa pegar no tranco. Nos livros “Reflexões sobre a vida” e “Diálogos sobre a vida” você pode perceber que esse tratamento, boa parte das vezes, funcionou.  Quando ele fala de seu cérebro, da tremenda energia, da quantidade de anos para que outro cérebro daquele volte a existir, não está falando de si mesmo, mas da intensidade com que a energia se manifestava nele. Às vezes, segundo ele mesmo, tinha até que fechar os olhos para não desmaiar. Bem, dê uma olhadinha na história e veja se isso é comum no mundo. Veja a distância entre Buda a Jesus Cristo (não estou me referindo ao Cristo católico ou protestante), de Ramana Maharishi a J. Krishnamurti, que funcionou no mundo como um verdadeiro farol, pois seus ensinamentos não dão margens para que possamos nos perder, nem deixam brechas por onde possamos escapar. Você pode até escapar, mas não sem ser visto, percebido. Escapará por sua própria conta e risco. Então, um cérebro daquele é muito rar, você não acha?

Resposta a Pedro Pinto

Amigo Pedro Pinto, para mim é um prazer conhecê-lo e ter uma oportunidade de nos comunicarmos. Amigo, como eu já citei noutras ocasiões aqui nesse fórum, não tenho a mínima intenção de  advogar ninguém, principalmente, aqueles que, a meu ver, falam com a fluência de esclarecidos, de auto-iluminados. Quem sou eu para querer ter este poder? Porém, digo-lhe que, na verdade, não me importo, nem um pouco, em querer comprovar se Fulano ou Beltrano são verdadeiramente seres despertos ou não. Às vezes, eu me refiro a certos nomes (Krishnamurti, Lao-tsé e muitos outros) como rótulos de seres que acordaram desse pesadelo de trevas pensadas que envolvem a humanidade, mas, evidentemente, nada posso provar. Amigo, o que me interessa, mesmo, é se o que eles falaram pode ser enquadrado num contexto de racionalidade esclarecedora, melhor dizendo, se tais palavras podem nos ajudar ou não. Para as pessoas que são realmente sérias, - que são aquelas que estão lutando sem tréguas para conhecerem a si mesmas -, nomes não importam a não ser como referências que têm o poder de nos reportar a uma seleção de escritos lúcidos e úteis.
 
Li muitos e muitos livros de Krishnamurti e, com certeza eles me ajudaram muito a me libertar do poder de sedução dos conceitos, dos padrões pré-concebidos, enfim, dos condicionamentos que enganam e subjugam as mentes das pessoas; mas, por outro lado, para ser sincero, nunca encontrei brechas nos ensinamentos de K que me mostrassem o que eu poderia fazer, de forma prática, para ajudar a acelerar o meu lentíssimo despertar. Se é que realmente ele está acontecendo. A única alternativa que eu tinha era continuar lendo os seus livros e os livros de mais alguns bons autores. Eu sempre me perguntei: K sempre nega qualquer prática intencional que possa nos ajudar num despertar, então, como eu e os outros que somos prisioneiros de um mundo psíquico, isto é, que só conhecemos a ação limitada pelo pensamento, pelo interesse, pelo egoísmo, poderemos romper com toda essa ilusão?
 
 A Vimala Thakar, o Eckart Tolle, o Ernesto Bono, estes falam, sim, de algumas práticas simples que podem ser adotadas como meios de ajudar a vitalizar o espectador interior e, dessa forma, facilitar o despertar. No livro: O despertar de uma nova consciência de Eckart Tolle, ele (o autor) fala - se não me engano – no capítulo 8, sobre a consciência da matéria e a consciência do espaço e, ali, ele nos deixa exposto, de forma clara, que o grande engano que as pessoas cometem ao buscarem o transcendental (o espaço interior) é fazer dele um objeto pensado que recebe um tolo nome qualquer, como: Deus, Jesus, Buda, etc. O espaço interior é impensável e, conseqüentemente, inominável. O máximo que podemos fazer é senti-lo, percebê-lo. Inegavelmente, o Eckart Tolle é muito bom.
 
Há muito tempo atrás, eu já tivera conhecimento de certas atitudes arrogantes e grosseiras de Krishnamurti, mas não me atrevo a julgá-lo, pois, muitas vezes, vemos muitas e muitas atitudes que nos parecem grosseiras e que, no fundo, são impulsionadoras.
 
Um abraço.
 
Vinícius G A Guerra.

K sempre nega qualquer

K sempre nega qualquer prática intencional que possa nos ajudar num despertar, então, como eu e os outros que somos prisioneiros de um mundo psíquico, isto é, que só conhecemos a ação limitada pelo pensamento, pelo interesse, pelo egoísmo, poderemos romper com toda essa ilusão?

Ora, se voce de fato compreendeu que é um "prisioneiro de um mundo psiquico" e todo o processo que envolve esta prisão, por que estás a clamar por alguma prática que o liberte disto?...
 
...acho que lemos em muitos livros filosóficos, religiosos e dos "auto-iluminados" que vivemos em uma prisão e passamos a acreditar ideológicamente nesta teoria, e assim passamos a praticar as recomendações dos mesmos para nos livrarmos da prisão (que não conhecemos de fato), ao invés de nos investigarmos e descobrirmos qual a atual situação de nossa psique...
 

Olá CHRISTIAN. Há bastante

Olá CHRISTIAN.
 
Há bastante tempo atrás, houve um caso famoso, que no meio de uma apresentação hipnótica a polícia abordou o mágico e hipnotizador por motivo de suspeita de alguns crimes e, mediante essa situação, o transe não pode ser desfeito e, conseqüentemente, o hipnotizado ficou como um zumbi. Depois, eu soube que os familiares da vítima estavam à procura do mágico para quebrar o encanto. Não sei como terminou essa história.
 
O que eu pretendo evidenciar com esta historinha acima é que o eu-ego-psicológico daquele indivíduo passou a ser uma extensão da mente condicionada do hipnotizador e, nessa condição, ele só dá atenção a voz de seu “proprietário”, de seu “mestre”, etc. Nesse caso houve uma suspensão do funcionamento da individualidade daquela pessoas para se associar a outra mente. A pessoa que está fora dessa situação é, em ralação ao hipnotizado, um desperto e, por este motivo, pode enxergar a situação com clareza, pode apelar para alguns recursos artificiais de poderes indutivos para tentar fazer o indivíduo retomar, revitalizar a sua individualidade que agora se encontra latente, subjugada.
 
Vou repetir aqui uma pequena parte do seu texto: “Ora, se você de fato compreendeu que é um "prisioneiro de um mundo psíquico" e todo o processo que envolve esta prisão, por que estás a clamar por alguma prática que o liberte disto?...”.
 
Eu sinto que é infinitamente mais fácil falar disso do que pô-lo em prática. Logicamente, uma das formas de se enxergar isso – essa prisão psíquica - é mergulhar dentro de si mesmo guiado por um ser esclarecido, tal como o faz Krishnamurti. Mas será que é só assim que o despertar acontece? Um desperto não poderia chegar para uma pessoa que se encontra sob um transe hipnótico – transe referente às trevas pensadas - e, por exemplo, dizer: observe – só observe sem a intenção de interferir – o seu movimento respiratório, pois esta prática tem o poder de lhe restabelecer o poder da observação imparcial e provavelmente lhe ajudará no despertar? Evidentemente, por nós nos encontrarmos sujeitos às exigências do mundo pensamental, do ego-pensamento iremos direcionar o apelo que nos foi feito para consegui algum benefício, algum resultado; mas só que, nisso tudo, existe um detalhe: o eu-ego-psicológico sem o saber e com suas fantasias, - porque o mesmo por ser puramente mecânico, isto é, destituído de inteligência -, estará caminhando inconscientemente para a beira de um abismo à procura de sua própria destruição, de um suicídio.
 
Quem ler os livros de Vimala Thakar, Eckhart Tolle percebe que eles sabem do que estão falando. Vimala nos pede para praticarmos uma boa alimentação natural, praticarmos assanas, pranayama, observarmos a nossa respiração, etc. Já o Eckhart Tolle nos seus livros faz-nos vários apelos importantes, como artifícios para catalisar o despertar. Mas, no final de tudo, evidentemente, a visão imparcial deverá ser aplicada para o autoconhecimento. Nessa etapa, o trabalho de K, realmente, torna-se de suma importância.
 
Um abraço.
 
Vinícius G A Guerra.

Olá Vinicius

A pessoa que está fora dessa situação é, em ralação ao hipnotizado, um desperto e, por este motivo, pode enxergar a situação com clareza, pode apelar para alguns recursos artificiais de poderes indutivos para tentar fazer o indivíduo retomar, revitalizar a sua individualidade que agora se encontra latente, subjugada.
 
Voce poderia me exemplificar um recurso artificial de poder indutivo que possa fazer a consciencia compreender a si mesma, a sua atual situação? Conforme minha perspectiva apenas consigo enxergar uma única forma de se compreender que se está "aprisionado", que é enxergando cada pequena parte que constitui de fato toda a estrutura da prisão. E caso haja algum recurso artificial, por que necessitamos de artificialidade para nos compreendermos, por que não ir direto a fonte?
 
Eu sinto que é infinitamente mais fácil falar disso do que pô-lo em prática.
Certamente colega, falar sobre qualquer coisa é relativamente mais fácil que compreender o que se está falando. Podemos falar sobre muitas coisas sem termos a menor compreensão a seu respeito.
 
Logicamente, uma das formas de se enxergar isso – essa prisão psíquica - é mergulhar dentro de si mesmo guiado por um ser esclarecido, tal como o faz Krishnamurti. Mas será que é só assim que o despertar acontece?
Acredito que não, tenho a convicção de que é possível tal compreensao sem o auxilio do ser esclarecido (se bem que tambem acredito que o auxilio pode contribuir bastante para a auto-compreensão)
 
Um desperto não poderia chegar para uma pessoa que se encontra sob um transe hipnótico – transe referente às trevas pensadas - e, por exemplo, dizer: observe – só observe sem a intenção de interferir – o seu movimento respiratório, pois esta prática tem o poder de lhe restabelecer o poder da observação imparcial e provavelmente lhe ajudará no despertar?
Mas porque devemos primeiro ir observar a respiração ao invés de irmos até a fonte: os movimentos mentais? Se entendemos ao menos intelectualmente o que Jiddu nos passa já percebemos de cara a perca de tempo que é se entreter com brinquedos para iluminação? A verdade é que as evidencias estão diante de nossa percepção, porém preferimos dar uma volta longa ao invés de simples e objetivamente olharmos estas evidencias. Talvez seja mais comodo eu primeiramente anestesiar a minha mente com um  exercicio de respiração, pois assim ela se aquieta um pouco mais, e então eu posso começar a olhá-la, pois todos aqueles fenomenos mentais que não me agradam estão temporariamente reprimidos, mas isso não é compreensão, na minha modesta opinião. O convite de Jiddu é muito ousado e por isso muitas vezes combatido por nossos egos, ele nos pede que olhemos o fato sem nenhum artificio, sem nenhuma mascara, sem nenhuma estorinha bonita para amenizar a situação. Tal proposta, na minha opinião pode conduzir a dois caminhos: a uma profunda compreensao de si mesmo e do mundo que nos cerca; ou ao repudio total por esta proposta, e neste caso retornamos correndo para as nossas cavernas pessoais.
 
 

Explicando um mal entendido

 
Eu não falei, em ocasião nenhuma, que o autoconhecimento desponta de exercícios respiratórios ou qualquer outro que seja. Eu simplesmente disse que algumas práticas podem nos ajudar na aprendizagem da observação imparcial. Só que depois, como deixei bem claro, você terá que aplicar essa observação sobre si mesmo. Aí, sim, surge o autoconhecimento.
 
Não falei de exercícios respiratórios, mas sim de observar a respiração sem interferir nesse involuntário e automático movimento. Esse é um exercício da observação e não da respiração. De forma nenhuma isso se constitui num contorno, muito pelo contrário, ele ajuda na observação direta.
 
Quanto ao exemplo do hipnotizado, ele foi utilizado só como um exemplo paralelo, mas tenho consciência de que o caso do despertar é diferente por que o mesmo não visa a revitalizar uma individualidade perdida e, sim, pelo contrário, dissolve-la por meio da compreensão.
 
Desculpe-me, mas se você não aceita essa idéia, isso é um direito seu, mas eu aceito e, acima de tudo, tenho o aval de Eckhart Tolle, Vimala Thakar e mais alguns outros.
 
Um abraço.

Ainda um Mal entendido

 Eu não falei, em ocasião nenhuma, que o autoconhecimento desponta de exercícios respiratórios ou qualquer outro que seja. Eu simplesmente disse que algumas práticas podem nos ajudar na aprendizagem da observação imparcial. Só que depois, como deixei bem claro, você terá que aplicar essa observação sobre si mesmo. Aí, sim, surge o autoconhecimentoVinícius Guerra, por acaso você vê alguma diferença entre autoconhecimento e observação imparcial? Percebe agora como é fácil começar uma confusão. Pela observação da respiração os pensamentos se aquietam, sim. Você está certo. Tudo fica calmo, tranquilo, e pode-se dizer que o"clima está criado". Mas é preciso abandoná-la - não estou me referindo a passar para a próxima fase, até porque não existe fases - quero dizer: deixar o que, segundo K, qualquer colegial pode fazer, tornar-se cônscio de tudo a sua volta, um vigia que se coloca à porta não para impedir a entrada dos pensamentos, mas para observá-los entrando e morrendo, fenecendo a cada instante a olhos vistos. A meditação, como já ensinou Vimala TaKar, é um estado de expírito e não algo que se aprende praticando. Como canta Beto Guedes, "A lição sabemos de cor, só nos resta aprender". Um forte abraço! 

Não falei de exercícios

Não falei de exercícios respiratórios, mas sim de observar a respiração sem interferir nesse involuntário e automático movimento. Esse é um exercício da observação e não da respiração. De forma nenhuma isso se constitui num contorno, muito pelo contrário, ele ajuda na observação direta.
 
Sei, mas por que observar a respiração como uma forma de treinamento de observação imparcial? Porfavor me explique o motivo de não se auto-observar diretamente? Qual a necessidade de treinar olhando a respiração ou a ponta do dedão do pé?
 
Quanto ao exemplo do hipnotizado, ele foi utilizado só como um exemplo paralelo, mas tenho consciência de que o caso do despertar é diferente por que o mesmo não visa a revitalizar uma individualidade perdida e, sim, pelo contrário, dissolve-la por meio da compreensão.
 
De onde voce tirou essa idéia de dissolver??? Voce ja estabeleceu uma meta téorica (com o aval dos "incriveis") de sentido de vida e vai passar perseguindo esta mera teoria....

Desculpe-me, mas se você não aceita essa idéia, isso é um direito seu, mas eu aceito e, acima de tudo, tenho o aval de Eckhart Tolle, Vimala Thakar e mais alguns outros.
Legal, guarde bem esse aval! Ele é de grande valor para o curriculum spiritus... e realmente não acredito nessa idéia que só funciona para atar mais nós do que desfaze-los....  nenhuma  pratica habitual pode despertar o autoconhecimento, assim como nao pode intensificar a nossa percepção.... o que podemos é perceber as barreiras que todos nossos atos pró-iluminação criam e simplesmente abrir mão deles, simplesmente abrir mão da deliberalidade...   e nestes momentos a meditação entra pela janela como um ar humido que tudo limpa, e o que nos resta é RIR de todas as nossas práticas infantis. rsss

OBSERVAÇÃO IMPARCIAL

É tão complexo para nós olharmos nossos próprios movimentos de forma imparcial, sem escolha, a ponto de termos que treinar com a respiração ou seja lá com o que quer que seja?
 
Francamente, alguem que faz apologia ao treinamento da observação imparcial, na minha opinião não compreendeu absolutamente nada a respeito desta questão. A coisa é muito simples, pode ser entendida intelectualmente com relativa facilidade, e deste entendimento a mente está apta para observar sem escolha, por simplesmente perceber a nocividade envolvida neste processo.
 
Vamos a questão: se faço uma escolha em relação a algum dos meus movimentos mentais, obviamente toda a minha perspectiva e meu comportamento serão condicionados por este "centro" psicologico que eu alimento com minha escolha, ponto final! Qual o mistério em compreender esta questão? Qual a necessidade de se praticar a observação para depois, deus lá sabe quando, voltar para si mesmo, para então começar a se auto-conhecer? Ora, compreendida a lógica absurdamente explicita deste processo não há mais o que ser filosofado, treinado, etc.
 
Este bando de humoristas espiritualizados que nos indicam treinamentos para o autoconhecimento são pessoas que ainda estão caminhando pela periferia do tempo psicológico e julgam estar no centro, não possuem a seriedade e a profundidade de um Jiddu. A abordagem de Jiddu é singular em sua objetividade e clareza, é para todos aqueles que estiverem dispostos a olhar para si mesmo despojado de qualquer perspectiva poética. Mas o preço é alto, isso não há como negar! Nos olharmos de frente despojados de qualquer idéia preconcebida, iniciando a partir do zero, é algo demasiadamente solitário, a mente se sente confusa, perdida, pois não sabe por onde "começar"! E neste sentido talvez a primeira sensação que tenhamos em tal situação é o medo de nós mesmos, do nosso vazio, da nossa superficialidade... então acredito que descobrimos por onde começar: pelo medo!

Desfazendo mal entendido 2

É muito mais fácil começarmos praticando um exercício da observação baseado no movimento respiratório, que acontece involuariamente e regularmente do que aplicarmos diretamente sobre as ações e reações dos nossos psiquismos, que sempre têm as suas origens nos nossos inconscientes e escapam-nos a percepção.

Se me permite, queria lhe fazer uma pergunta: Você está fazendo essas afirmações com base numa visâo direta ou está só repetindo o que afirmou Krishnamurti? Não precisa me responder! A coisa mais fácil do mundo é, dentro das trevas pensadas, rebater-se os que os outros falam. Cegos guiando cegos.

Não conncordo, de forma nenhuma, com SEU PONTO DE VISTA. Eu tenho a minha maneira de ver esse assunto, mas por estar sentindo que você está tentando conflituar, tumultuar o diálogo encerro-o por aqui. 

TCHAU!

Vinícius G A Guerra

É muito mais fácil começarmos

É muito mais fácil começarmos praticando um exercício da observação baseado no movimento respiratório, que acontece involuariamente e regularmente do que aplicarmos diretamente sobre as ações e reações dos nossos psiquismos, que sempre têm as suas origens nos nossos inconscientes e escapam-nos a percepção.
 
O caminho mais fácil nem sempre é o mais útil e conveniente. Veja a incoerencia deste método: voce vai "treinar" sua observação em um fenomeno involuntário e regular, e depois vai aplicar está percepção treinada (????) em um fenomeno altamente complexo, totalmente diferente do objeto no qual voce treinou a sua percepção.
 
Francamente, voce pode treinar na respiração o resto da sua vida eque voce não vai avançar um passo se quer em direção ao autoconhecimento (a não ser que voce vai conhecer melhor o funcionamento do aparelho respiratório). Este treinamento é mera fuga da necessidade de olhar diretamente à complexidade da nossa psique e das nossas relações, mascarada pela suposta idéia de que está  se preparando para imergir no mar desconhecido. Não há caminhos para a verdade, a verdade é o proprio caminho. Livre-se das suas muletas filho, ou seja suficientemente realista para enxergá-las!

Se você ACHA que é assim, fique com seu PENSAMENTO!

Vou lhe fazer novamente a mesma pergunta, porém, não precisa me responder: Você fala isso de uma visão direta OU ESTÁ SIMPLESMENTE REPETINDO o que Krishnamurti fala?
Desculpe-me, mas não quero criara disputas infantis e polêmicas. Encerro por aqui!
TCHAU!

Sua pergunta é totalmente

Sua pergunta é totalmente descabida, inútil e inadequada. Minha resposta não lhe teria utilidade alguma, apenas contribuiria com mais um tijolo para voce formar uma imagem conceitual sobre minha pessoa.
 
Espero que seja o encerramento final (pois já é o segundo), pois voce é deveras muito superficial, procuro alguem com mais folego para o mergulho do autoconhecimento.

Eu concordo Vinícius eu

Eu concordo Vinícius eu também vejo todas essas possibilidades em relação a K. Agora o que me deixou surpreendido foi mesmo o facto de ele para mim ser provavelmente o mais credível, porque eu identifico-me com muita coisa que ele diz.
O que me deixou confuso foi: como é que um homem (na minha opinião) que diz tanta coisa correcta é um grande mentiroso... não percebo a relação no entanto eu estou cada vez mais convencido que ele não mentia.... também não era o fim do mundo mas ficaria triste...
Queria também deixar uns nomes que eu achei interessantes: Darío Lostado e Prem Rawat.
Também queria deixar um link que é uma música de um cantor português que já morreu que tinha letras fantásticas e se vocês ouvirem a letra acho que vão gostar e vão perceber que tem alguma relação com o que nós andamos para aqui a discutir.
http://videos.sapo.pt/QKQYVVGK4cZySNsWtqQZ
Abraço de Portugal

Auto-iluminados

Olá, Vinícius.

Quanto você começou a escrever aqui logo falou nos outros auto-iluminados e eu fui ler eles. Gostei muito do Eckhart Tolle e Vimala Thakar. Li um livro do Ernesto Bono sobre o taoísmo e adorei mas depois vi que ele escrevia também sobre extraterrestres e outros assuntos polêmicos e fiquei com um pé atrás. Mas enfim gostaria de retribuir suas dicas de leitura indicando o livro "A revolução de Uma Palha" de Masanobu Fukuoka. Acabei de ler e achei ótimo. E pelo que ele conta que aconteceu com ele e a semelhança com os ensinamentos de Krishnamurti acho que é um forte candidato a sua lista de auto-iluminados :-)

Aldo

Procurarei o livro

Ok, amigo Aldo.

Vou procurar esse livro.

Um abraço.

Fukuoka

Olá, Vinícios.

Se você entende ingles procure por "Fukuoka, M. One Straw Revolution..." no site abaixo. Você só tem que fornecer seu nome e e-mail que eles mandam um link pra baixar o livro. É grátis.

http://www.soilandhealth.org/01aglibrary/01aglibwelcome.html

ICK em Revista

Mantenha-se informado sobre as nossas atividades!

Login do usuário

Image CAPTCHA
Digite os caracteres mostrados.

Cancelamento de registro

Quem está online

No momento há 0 usuários e 7 visitantes online.

Associe-se

Fale conosco

Clique aqui para nos mandar um email

Powered by

Este site foi feito com Drupal, um sistema aberto de gerenciamento de conteúdo.