O primeiro ebook

A ICK, em parceria com a KFT, acaba de publicar pela Amazon o seu primeiro ebook. Trata-se de “O findar do tempo”, que já constava do nosso catálogo de livros físicos há algum tempo e agora está sendo disponibilizado em formato eletrônico, atingindo assim um maior número de leitores e proporcionado a economia que esse tipo de publicação traz.

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Estes diálogos entre Jiddu Krishnamurti e o físico teórico David Bohm começaram por abordar a origem do conflito humano. Ambos concordaram em atribuir isto à natureza separatista e presa ao tempo do self e à forma com que ela nos condiciona a confiar erroneamente no pensamento, que está baseado na experiência passada inevitavelmente limitada. A possibilidade do insight que terminará com esta mentalidade defeituosa foi discutida em profundidade. O foco então mudou para uma investigação do significado da morte, e uma discussão investigando as razões do ser e o lugar da consciência no universo. Os diálogos finais revisam o vínculo profundo que Krishnamurti e Bohm viram entre estas questões essenciais e a vida do dia a dia, e o que podemos fazer sobre as barreiras que se encontram no caminho. Ajuda – não palavras. Como você ajudaria outra pessoa a chegar a isso? Entende o que estou tentando dizer?

Novo livro “Explorando o insight”

exploinsightK: Eu levo uma vida muito superficial, e quero descobrir por mim mesmo se há alguma profundidade que não seja mensurável, e constato que o pensamento não pode alcançá-la, porque o pensamento é um tipo de medida, o pensamento é tempo, o pensamento é a resposta do passado; portanto, o pensamento provavelmente não pode entendê-la. Então, o que isso causará? Se o pensamento não pode entendê-la e este é o único instrumento que o homem tem, então, o que ele deve fazer? O pensamento, na sua atividade, na sua função, criou este mundo superficial no qual vivo, do qual faço parte. Isso é óbvio. Ora, é possível para a mente, sem o uso do pensamento, compreender algo que seja incompreensível? Não só em alguns momentos do meu sono ou quando estou andando sozinho, mas viver assim. Minha mente diz que a profundidade precisa ser descoberta para que a mente tenha essa qualidade — tenho de estar ciente dessa profundidade estranha e incompreensível de algo que não tem nome.

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Novo livro “O findar do tempo”

findardotempoK: Uma noite em Rishi Valley, na Índia, eu acordei. Uma série de incidentes tinha acontecido, por alguns dias havia ocorrido a meditação. Era meia-noite e quinze, olhei para o relógio. E – hesito em dizer isto, porque soa exagerado ou um tanto infantil – a fonte de toda energia tinha sido alcançada. E isso tinha um efeito extraordinário sobre o cérebro, e também fisicamente. Sinto muito falar sobre mim, mas você entende literalmente um senso de… não sei como colocá-lo… nenhum senso do mundo e eu e aquilo – você acompanha? – não havia nenhuma divisão realmente. Apenas este sentido de uma tremenda fonte de energia.
DB: Então, o cérebro estava em contato com esta fonte de energia?
K: Sim. Agora, descendo à Terra, e como eu venho falando por sessenta anos, eu gostaria que outra pessoa alcançasse isto – não, não alcançasse. Você entende o que estou dizendo? Porque todos os nossos problemas políticos, religiosos, tudo está resolvido. Porque é energia pura desde o início dos tempos. Agora, como eu – por favor, não “eu”, entende – como a pessoa não vai ensinar, não vai ajudar, ou motivar – mas como ela vai dizer: “Este caminho conduz a um senso completo de paz, de amor?” Sinto muito ter que usar todas estas palavras. Mas suponha que você tenha chegado àquele ponto e o seu próprio cérebro esteja palpitando com isto – como você ajudaria outra pessoa? Entende? Ajuda – não palavras. Como você ajudaria outra pessoa a chegar a isso? Entende o que estou tentando dizer?

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Novo livro “Encontro com o Eterno”

enccometernoAfinal, por que estais aqui? Alguns, por certo, aqui estão por mera curiosidade; desses não nos ocuparemos. Outros, porém, devem estar seriamente interessados; e se estais interessados, qual a intenção que vos sustenta o interesse? É a intenção de compreender o que estou dizendo e, em caso de incompreensão, pedir a outro que explique o que eu disse, fazendo assim com que surja o “processo” da exploração? Ou estais a escutar-me com o fim de descobrir se o que digo é verdadeiro em si, e não porque eu o digo ou porque outro vo-lo explica? Positivamente, os problemas de que tratamos aqui são problemas vossos, e se puderdes vê-los e compreendê-los diretamente, por vós mesmos, eles serão resolvidos.
Ao examinardes o que digo, estais exercendo a razão, não é verdade? A razão, entretanto, nos conduz apenas até um certo ponto, e não mais além. Devemos obviamente exercer a razão, a capacidade de pensar nas coisas do princípio ao fim, sem pararmos no meio do caminho. Mas, quando a razão alcançou os seus limites e não pode ir mais longe, então a mente já não é o instrumento da razão, da astúcia, do cálculo, do ataque e da defesa, desde que o próprio centro de onde procedem todos os nossos pensamentos e todos os nossos conflitos deixou de existir
O autoconhecimento, portanto, não é um processo que se aprende em leituras, ou a respeito do qual se pode especular: ele tem de ser descoberto por cada um de nós, momento a momento, o que faz com que a mente se torne altamente vigilante.
Sem autoconhecimento não pode existir o eterno. Quando não conhecemos a nós mesmos, o eterno se transforma em simples palavra, um símbolo, uma especulação, um dogma, uma crença, uma ilusão em que a mente pode refugiar-se.

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Novo livro “Percepção Criadora”

percepcriadAfinal, por que estais aqui? Alguns, por certo, aqui estão por mera curiosidade; desses não nos ocuparemos. Outros, porém, devem estar seriamente interessados; e se estais interessados, qual a intenção que vos sustenta o interesse? É a intenção de compreender o que estou dizendo e, em caso de incompreensão, pedir a outro que explique o que eu disse, fazendo assim com que surja o “processo” da exploração? Ou estais a escutar-me com o fim de descobrir se o que digo é verdadeiro em si, e não porque eu o digo ou porque outro vo-lo explica? Positivamente, os problemas de que tratamos aqui são problemas vossos, e se puderdes vê-los e compreendê-los diretamente, por vós mesmos, eles serão resolvidos.
Ao examinardes o que digo, estais exercendo a razão, não é verdade? A razão, entretanto, nos conduz apenas até um certo ponto, e não mais além. Devemos obviamente exercer a razão, a capacidade de pensar nas coisas do princípio ao fim, sem pararmos no meio do caminho. Mas, quando a razão alcançou os seus limites e não pode ir mais longe, então a mente já não é o instrumento da razão, da astúcia, do cálculo, do ataque e da defesa, desde que o próprio centro de onde procedem todos os nossos pensamentos e todos os nossos conflitos deixou de existir
O autoconhecimento, portanto, não é um processo que se aprende em leituras, ou a respeito do qual se pode especular: ele tem de ser descoberto por cada um de nós, momento a momento, o que faz com que a mente se torne altamente vigilante.
Sem autoconhecimento não pode existir o eterno. Quando não conhecemos a nós mesmos, o eterno se transforma em simples palavra, um símbolo, uma especulação, um dogma, uma crença, uma ilusão em que a mente pode refugiar-se.

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Novo livro “Abandonando a escuridão”

abandonandoEstas palestras não são meras preleções para vós escutardes e eu desenvolver; devem, antes, representar uma viagem que empreendemos juntos, com o fim de descobrir aquilo que não é criado pela mente. Não estais procurando compreender a mim ou a maneira como eu considero a vida. Estais procurando compreender a vós mesmos, e estes são os problemas que vos concernem e que tendes de enfrentar; estudando-os juntos, como estamos fazendo, nestas palestras, talvez possamos nos ajudar mutuamente a vê-los com mais clareza, mais distintamente. Mas não basta ver com clareza só no nível verbal.
Nessas condições, julgo importante que averigueis isso por vós mesmo; e para o averiguardes, deveis escutar, investigar. Falando-vos, estou-vos ajudando a investigar, não vos estou impingindo algo. Também eu estou investigando. Tal é a finalidade destas palestras.
Compreendendo-se isso, como se pode operar uma mudança interior profunda? Para uma pessoa que sinta verdadeiro interesse, e não para os indivíduos superficiais que andam em busca de alguma ilusão confortante, em busca de gurus, mentores, e os demais contra-sensos, este é o problema, não concordais?
A tranquilidade não vos dará nenhuma riqueza neste mundo — não a traduzais tão depressa em dólares. Se vos chegais a ela com uma vasilha de esmolar na mão, ela nada vos oferecerá.

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Centro de Estudos de Tiradentes – MG

O Centro de Estudos de Tiradentes – MG, organiza periodicamente encontros para diálogos e vivências para pessoas ou grupos interessados em aprofundar os temas abordados por Jiddu Krishnamurti. O Centro, que conta com acomodações e serviços de estadia, além de um bom acervo de livros, fitas e DVDs, desenvolve também trabalhos na área social-pedagógica.

Detalhes do local e maiores informações sobre os próximos encontros podem ser feitas diretamente com a responsável pelo projeto, Prof. Rachel Fernandes, através da homepage do Centro – www.centrokrishnamurti.com.

Além disso, o Centro de Estudos está aceitando propostas de parcerias para desenvolver estas atividades de convivência como também outros projetos afins. O encaminhamento de proposições pode ser feito também através do site ou diretamente com a responsável.

Comentários Sobre o Viver (Vol. 3)

comentviver3Acaba de ser publicado pela Nova Era o livro “Comentários sobre o Viver – Volume 3”, que, juntamente com os volumes anteriormente publicados, fecha a trilogia “Breves Textos”. O livro traz uma coletânea de registros de conversas que Krishnamurti manteve com diversas pessoas que foram até ele em busca de orientação e aconselhamento.

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